domingo, 27 de maio de 2012

Após 10 anos sem novidades, eles voltaram com tudo.

Final de semana é uma boa pedida para ir ao cinema e conferir o aguardado MIB Homens de Preto 3 (Men In Black 3) que estreou na última sexta-feira. Com a tecnologia em 3D sensacional e um humor agradável, o filme foi bastante elogiado na internet. O longa consegue arrancar altas risadas do público com os diálogos e situações vividas pelos persongens de Will Smith, Tommy Lee Jones e Josh Brolin (interpretando Lee no passado).
Em Homens de Preto 3, os agentes J (Will Smith) e K (Tommy Lee Jones) estão de volta... no tempo. J já viu muitas coisas inexplicáveis em seus 15 anos com os Homens de Preto, mas nada, nem mesmo os alienígenas, o deixam tão perplexo quanto o seu parceiro irônico reticente. Mas quando a vida de K e o destino do planeta são colocados em jogo, o agente J vai ter que viajar de volta no tempo para acertar as coisas. J descobre que há segredos no universo que K nunca lhe disse − segredos que se revelarão a medida que ele se junta ao jovem agente K (Josh Brolin) para salvar seu parceiro, a agência e o futuro da humanidade. Para o crítico de cinema, Renato Marafon, o retorno aos anos 60 é muito bem utilizado para inspirar piadas. Tem o visual bizarro dos aliens da época, os problemas com racismo, o movimento hippie e até o icônico Andy Warhol, que na verdade era um Homem de Preto infiltrado, soltando frases de efeito para enganar seus seguidores e entregando os momentos mais cômicos.
Will Smith retorna, após quatro anos longe das telonas, e demonstra que continua em sua melhor forma, fazendo rir a todo momento. O carrancudo Tommy Lee Jones segue formidavelmente sem expressões faciais, exatamente como o personagem pede. E Josh Brolin é a grande sensação do elenco: emprestando os trejeitos e voz, ele recria perfeitamente um Tommy Lee Jones jovem. Destaque também para a sempre ótima Emma Thompson, que consegue brilhar em suas poucas cenas.
(fonte: cinepop.com)



segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Círio ecológico um gesto solidário ao meio ambiente

Hoje acontece o recírio, data que encerra as festividades nazarenas, mas é durante o Círio que muitas pessoas trabalham na fabricação de produtos de Nossa Senhora de Nazaré com visão sustentável e ecológica.
Atitude, solidariedade e responsabilidade social. Essas são peças fundamentais para construir um negócio visando à preservação e o futuro do meio ambiente. Durante a época do Círio conheci uma Associação que juntou a fé e preservação do meio ambiente. E é com esse pensamento que dona Nazaré Baia trabalha na confecção de sacolas ecológicas para o Círio de Nazaré através da Rede de Tecnologia Social Familiar. “Eu entrei como parceira na Rede de Tecnologia há 5 anos e sempre trabalhamos com produtos ecológicos, na confecção de camisas e sacolas, por exemplo”, conta a costureira.
A responsável pela criação da Rede de Tecnologia Social Familiar, denominada de Natureba’s Chic, é a administradora Sônia de Abreu. “Queria por em prática as teorias que estudei em sala de aula. Gostaria que as pessoas exercem seus direitos e a responsabilidade nas questões ambientais da cidade”, disse Sônia que é formada em administração com habilitação em Gestão Ambiental, fez pós-graduação na PUC em Direito Ambiental e Desenvolvimento Estratégico. “Na nossa visão da ciência do meio ambiente, não existe uma ação de responsabilidade ambiental se não estiver conjuntamente o social para que se tenha um resultado positivo”, ponderou.

A ideia de ajudar o meio ambiente vigorou em 2009 quando Sônia de Abreu foi convidada junto da Rede de Tecnologia Social Familiar a participar do Fórum Social Mundial. “Fizemos nossa primeira exposição com a nossa rede familiar: filho, mãe, sobrinho... o resultado foi muito positivo. Houve uma aceitação não só pelo público internacional, que já está muito sensibilizado em relação às questões socioambiental, como o local”, contou Sônia.

Para o Círio deste ano a Rede de Tecnologia está produziu cerca de 200 sacolas ecológicas. Além das sacolas, a Natueba’s Chic também tem parceria com a Elke Correia que produz assessórios com material reciclado. Broches, colares, pingentes, tiaras, chaveiros, todos trabalhados artesanalmente e com materiais reciclados. “Trabalho nesse ramo há 10 anos, iniciei quando procurava algo de diferente e não achava. Então eu mesma comecei a produzir os assessórios, a família gostou muito e vieram me pedir encomendas e assim foi crescendo”, contou Elke.

Seus produtos são confeccionados na própria casa, na sala Elke exibe suas inúmeras criações. “Toda a primeira peça que eu faço tenho um carinho especial. Trabalho até 1h da manhã e tem dias que vou até 3h da manhã. A noite é mais tranquila para fazer um modelo novo”, explica a artesã. Para o Círio 2011 Elke produziu vários assessórios, entre eles está o pingente com a imagem da santa, feito de tecido e linha e os botons no formato de Nossa Senhora, feito de tecidos de sombrinha reciclado.

A loja Natureba’s Chic fica na Travessa 14 de abril, 1031, em frente ao Yamada Plaza.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Centro Acadêmico realiza forum de discussão sobre a divisão do Estado do Pará

Participantes do debate argumentaram os prós e contra sobre a divisão do Pará.

“O povo do Pará poderá aproveitar esse momento para perguntar que tipos de gestão queremos para esses novos Estados (Carajás e Tapajós) ou para o nosso Estado do Pará”, essas foram as palavras do diretor geral do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal do Pará, doutor João Marcio Palheta, no primeiro fórum promovido pelo Centro Acadêmico de Direito da Estácio-Fap sobre a fragmentação do Estado do Pará na última segunda-feira (19). O debate aconteceu no auditório do Centur e também estiveram presentes o professor e economista Célio Costa, o deputado federal Zenaldo Coutinho (PSDB-PA), o deputado federal Zé Maria (PT-PA), o deputado federal Giovanni Queiroz (PDT-PA), o deputado estadual Celso Sabino (PR-PA) e o vice-presidente do Centro Acadêmico de Direito da UFPA Osvaldo Neves.

Os universitários e convidados puderam conhecer e se informar sobre os aspectos positivos e negativos na divisão do Estado do Pará e da criação dos dois estados Carajás e Tapajós. Questões referentes a gestões, políticas públicas, pobreza e fundiárias foram abordados na apresentação do professor João Márcio Palheta, para ele precisa-se de um estudo profundo antes de pensar em criar novos estados. “A divisão territorial do Brasil não é um assunto novo, sempre gerou estudos e acaloradas polêmicas na vida política brasileira, muito sem nenhum efeito prático, sobretudo nas ações e movimentos políticos para a criação de novos estados”, comentou o professor.

Para o professor e economista Célio Costa essa fragmentação ajudará em vários fatores econômicos. “Nas pesquisas realizadas sobre o assunto podemos destacar a descentralização administrativa, a redução de custos para os três novos estados e o dinamismo econômico no qual trará maior peso político ao Norte no Conserto Federativo”, ponderou o economista. Para ele, a construção do Estado do Carajás é economicamente viável. De acordo com o estudo feito por Célio Costa, o novo estado possuirá receitas próprias de Carajás, que segundo ele, serão suficientes para cobrir o custeio de sua máquina de governo, com superávit primário de cerca de R$ 1 bilhão. Mas não foi isso que afirmou o deputado federal Zenaldo Coutinho que afirma que a divisão vai produzir três estados insignificantes e pobres comparados com o Pará atual. “Não se sabe que estado ficará com as dívidas em caso de divisão, a divisão leva ao fim da diversidade de pólos regionais separando o potencial dos minérios, da agropecuária e das florestas”, comentou o deputado em sua apresentação.

Dentre os argumentos do deputado Zenaldo Coutinho não existe estudos sobre os impactos econômicos, sociais, tributários e financeiros. “Eles querem dividir o nosso estado, mas não há nenhum estudo sobre a grave questão ambiental e as consequências da divisão para o zoneamento econômico-ecológico do estado. Não se pode ir a um plebiscito separatista sem conhecer as consequências para 7,3 milhões de habitantes”, disse.

Os participantes da mesa puderam expor suas ideias e interagir com os acadêmicos ao final da palestra. Para muitos ainda há dúvidas sobre o que será bom para a população paraense ou as projeções dos impactos com a criação de dois Estados. Os debates e fóruns a cerca dessa polêmica ainda vão se estender nos próximos meses cabe agora as pessoas se apropriar desses argumentos e analisar o que vai ser de melhor para a sociedade.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Quem não conheceu esse Ícone Pop com ar retrô dos anos 50 e 60?

Sabe aquele estado de choque que você fica sem acreditar por um bom tempo se de fato aconteceu ou não a tragédia? Pois é, foi assim que eu me senti na manhã daquele ensolarado domingo de julho, mas precisamente no dia 23. Dia do aniversário do meu pai e dia em que um dos grandes astros do soul morreu: Amy Winehouse. Se estivesse viva a talentosa cantora britânica estaria completando hoje seus 28 anos e a promessa de estar longe das drogas ainda estaria vigorando. Nunca tive um espaço para falar abertamente sobre o que eu achava da cantora que simplesmente entrou na minha vida e permaneceu ao longo dos anos comigo, mesmo estando triste, alegre, porre ou quando tinha apenas aquela vontade de ouvi-la cantar. Com aquela voz rouca ganhou espaço na minha playlist, foi em 2007, quando ela estava participando do EMA que eu a conheci. Foi amor a primeira vista. Lembro dela subindo ao palco toda desengonçada, tímida, com aquele cabelo de colméia, uma fita em formato de coração prendendo o cabelo e seus olhos marcantes tentando encontrar um ponto de fuga no meio daquela multidão alvoroçada gritando seu nome. Amy procurava algumas palavras em forma de agradecimento e voltava ao seu lugar com uma nova estatueta em suas mãos, sem se importar com o que estava acontecendo.

Essa imagem cravou a curiosidade em saber quem era aquela pessoa e quais músicas cantava, além de Back to Black (música que estava fazendo sucesso na época). Foi assim que descobri todas as músicas do segundo album e algumas do primeiro e desde então sempre foi Amy Winehouse. Em 2008 ela recebeu 6 indicações ao Grammy no qual ganhou 5 prêmios: Canção do Ano, Gravação do Ano, Artista Revelação, Melhor Album Vocal Pop, Melhor Performance Vocal Pop Feminina.
Back to Black atingiu grande sucesso comercial, sendo o disco mais vendido no ano de lançamento (2007), mais de 5 milhões de cópias no ano e com mais de 8 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro até o primeiro semestre de 2008 e 13 milhões de cópias vendidas até 2010. Apesar de ter apenas dois álbuns de estúdio, Amy Winehouse teve "Rehab" eleita pelos críticos do segmento uma das músicas mais influentes da década 2000-2009.

E é assim que podemos defini-la, sem se importar se estava ou não fazendo sucesso, se tinha ou não fãs, se a mídia falava ou não falava dela... Amy sempre foi autêntica e não precisou forçar um estilo ou aparência. Não sou a melhor pessoa para fazer uma biografia da cantora, mas como grande admirador conheci seu jeito de ser. Talvez ganhou até mais espaço e visibilidade entre a massa depois dos escândalos que aconteceram com seu ex-marido Blake Fielder-Civil e seu vício com as drogas. Mas isso é apenas uma pequena parte da história da cantora britânica que fez sucesso com seu estilo diferente e contagiante soul.

TERCEIRO ALBUM
Para a felicidade dos fãs, a produtora de Amy informou que há a possibilidade de lançar um novo album com músicas inéditas da cantora. O terceiro álbum de Amy Winehouse está sendo produzido desde 2008, mas nessa época não foi concluído e foi abandonado. Após estar mais recuperada das drogas, Amy compôs algumas canções quando estava em Santa Lúcia (em 2009), mas as canções foram rejeitadas pela gravadora. Segundo os executivos o disco era muito depressivo e com muitas referências ao ex-marido da cantora, Blake Fielder-Civil.

Amy chamou Mark Ronson para "tentar salvar o novo álbum" mas, na época, os dois não chegaram nem a se reunir. Finalmente em 2010, Winehouse começou a trabalhar oficialmente no terceiro trabalho de estúdio, o sucessor de Back to Black. Segundo Darcus Breeze, que ouviu algumas demos do álbum, as músicas são ótimas e ele ficou realmente impressionado. O pai de Amy Winehouse, Mitch Winehouse afirmou que o novo álbum da cantora deve sair no próximo ano e que as canções são ótimas. O produtor Mark Ronson afirmou que tem material o suficiente para produzir três discos diferentes.

Em novembro de 2010 foi lançado o primeiro single do novo álbum de Winehouse. A canção It's My Party é uma regravação do sucesso de Quincy Jones dos anos 60. A música estreou no Brasil em 2 de Novembro de 2010 pela MTV Brasil. Enquanto isso, vamos ficar aguardando ansiosos para ouvir essas músicas inéditas. E é assim que eu faço uma homenagem a essa grande e talentosa cantora que mudou a história da música com seus simples e marcantes versos e melodias. Eternamente Amy Winehouse – 14/09/1983 – 23/07/2011.